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O Programa de Gestão Aplicada (PGA) explicado em 5 perguntas e respostas

13 de Fevereiro de 2017 por Nova SBE Executive Education

Porque uma Pós-Graduação é um investimento, e qualquer investimento deve ser bem pensado, entrevistámos o Coordenador Académico da Formação de Executivos da Nova SBE para responder a algumas das suas dúvidas.

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Porquê uma Pós-Graduação em Gestão para executivos?

Apesar de parecer um produto não vocacionado para executivos, para nós, Nova SBE, uma Pós-Graduação é um curso com carácter aplicado e empresarial, onde se aprende a fazer e a decidir, mas que passa pelo Conselho Científico e tem esse cunho e garantia académica. Ou seja, reúne o melhor dos dois mundos: garantia académica e conteúdos com estrutura prática adaptada às empresas e à decisão.

Como pode o Programa de Gestão Aplicada (PGA) ajudar a atingir objetivos de carreira a longo prazo?

Tenho alguma dificuldade em saber o que é hoje, exatamente, uma carreira. Não obstante, ajudará a estruturar melhores pessoas e profissionais. Mais completos, mais ricos, mais capazes de estarem no mercado de trabalho, por si ou por conta de outros. 
Se me perguntarem se ajuda a atingir objetivos preciso de saber que objetivos. Mas se os objetivos são apreender – banda larga – a gestão e como estar à vontade e decidir nas suas principais dimensões então direi que ajuda e muito. Repare que este produto cobre as áreas de contexto – Economia – e depois de Estratégia, de Contabilidade e Finanças, de Operações, de Liderança e de Pessoas, de Marketing e Internacionalização. Todas as áreas importantes, críticas, em gestão. Ainda com possibilidade de fazer uma especialização curta numa delas ou de deixar funcionar a banda larga, i.e., a gestão geral para manter em aberto várias opções.

Qual o momento ideal na carreira para um programa como o PGA?

[risos] Não estou a rir da sua pergunta porque a achei despropositada. Estou apenas a rir porque não há alturas ideais. Para uns será mais cedo, para outros mais tarde. Uma coisa é certa: não voltar à universidade para estudar é um modelo que morreu. 
Quem não fizer formação, e em particular numa universidade de topo, exigente, que prepare a sério, que avalie e que acarinhe os seus formandos de forma muito particular, não está a medir as consequências do que afirmou acima como sendo carreira. 
As exigências do mercado de trabalho hoje são enormes e qualquer formação deve ter em consideração que o conhecimento de gestão é fundamental. Um engenheiro sem gestão está incompleto. Um advogado idem. Um psicólogo idem. Um arquiteto, um profissional de saúde, um designer gráfico, um farmacêutico…bom, pense numa profissão e pense-a sem gestão. Hoje é quase impensável. Ou impensável mesmo. 
Se mais no início, se mais a meio, se mais na senioridade o importante é reconhecer que é necessário. Sem medos. Porque a formação é um investimento.

Que benefícios imediatos traz o PGA aos participantes?

Bom, tal como acabei de referir é um investimento. E se é um investimento é bom que se pague a ele próprio e tenha retorno. Os benefícios estão ao nível do conhecimento da linguagem, do domínio das ferramentas e dos skills que se devem ter sob o ponto de vista “decisional”. Sem gestão parece-me complexo decidir com base numa lógica de custo-benefício.

Porquê o PGA e não o CGG (Curso Geral de Gestão)?

Depende do perfil da pessoa. Não diria de forma clara que são mutuamente exclusivos. Mas se estiver a trabalhar, com trabalho exigente, se não tiver 5 semanas completas (disponíveis) em 5 meses, se preferir manter-se autónomo e com menos exigência em termos de trabalhos de grupo, se quiser continuar a gerir a minha agenda de uma forma mais pessoal sem ter de passar pelo grupo de trabalho então a proposta será PGA. Até por ser pós-laboral.

O CGG tem muitos benefícios, muitos mesmo, nomeadamente o poder fazer um todo que inclui um projeto de A a Z cobrindo as várias vertentes e conhecimentos de empresa. Talvez em fase de maior maturidade em termos profissionais se justifique e aplique melhor um CGG. Mas pode-se fazer um PGA hoje e amanhã um CGG. E pode-se fazer um PGA sem qualquer necessidade de fazer um CGG porque se irão procurar formações mais especializadas. Ambos procuram cobrir áreas de gestão, todas as áreas, de uma forma absolutamente profissional e rigorosa. Ambos são, neste momento, produtos sólidos e seguros no mercado. E valorizados. Apenas quando falo com os candidatos consigo, caso a caso, dizer se é mais apropriado um ou outro produto. Há nuances difíceis de explicar numa entrevista e que prefiro explicar olhos nos olhos. E debater com os candidatos que recebo. E como sabe normalmente falo com os candidatos que comigo queiram falar. 
Uma coisa é certa: na Nova SBE nós tratamos bem os nossos alunos e procuramos que sejam e estejam acompanhados e que possam olhar para o futuro e sorrir para ele. Sem medos, sem hesitações, sem lacunas em gestão. No PGA conseguirão certamente isto. 
Finalmente, diria que ter uma coordenadora de programa como a Filipa Castanheira, das pessoas que mais admiro e gosto nesta faculdade, é um privilégio que eu pessoalmente não gostaria de perder.

De qualquer forma, e como o próprio professor o menciona, se está a considerar fazer uma Pós-Graduação em Gestão, venha conversar com o professor José Crespo de Carvalho e perceba qual é mais adequada ao seu perfil!

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Esta entrevista foi feita ao Professor José Crespo de Carvalho, especialista em Gestão de Operações, Coordenador Académico da Formação de Executivos da Nova SBE e professor no programa em questão, Programa de Gestão Aplicada.

Tópicos: Gestão & Estratégia, Entrevistas