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8 livros que inspiraram as mulheres da Nova SBE Executive Education

8 de Março de 2019 por Nova SBE Executive Education

Ser mulher, e ser uma mulher de sucesso, requer momentos de inspiração. Queremos que as histórias que inspiraram as nossas mulheres a inspirem (e quem sabe o inspirem também). Por isso, neste Dia Internacional da Mulher, pedimos às professoras e executivas da Nova SBE Executive Education que partilhassem livros que marcaram as suas vidas.

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Neste dia 8 de março, partilhamos 8 livros que inspiraram, pelo menos, 8 mulheres.

11. A Life por Simone Veil

Recomendado por Catherine da Silveira - Docente na Nova WPP Digital Week

Simone Veil foi a primeira mulher a ser nomeada Presidente da União Europeia. Neste livro, Simone conta a sua própria história, desde a sua infância feliz em Nice que acabou aos 17 anos, quando a sua família foi enviada para os campos de concentração, até à sua carreira política de sucesso. A sua determinação em melhorar as condições sociais em França e a sua luta a favor da legalização do aborto, tornaram-na uma das figuras políticas mais respeitadas da história.

A sua vida é um exemplo de coragem pessoal e política ao qual mulheres e homens não conseguem ficar indiferentes.

22. Quiet: The Power of Introverts in a World That Can't Stop Talking por Susan Cain

Recomendado por Lorraine Steele - Docente no 1010: Human & Artificial Intelligence

No coração do livro de Susan Cain vive uma mensagem poderosa e intemporal: valorizar a diversidade. Ela encoraja a aceitação da diversidade de pensamentos, de comportamentos e de expressões.

Este não é apenas um livro que apresenta ideias ou ideais, mas um livro que os justifica com investigação, exemplos e testemunhos. Cain é exímia na sua análise e é revigorante saber que há espaço para os mais introvertidos num mundo que parece ser dominado pelos extrovertidos.

33. La Senora por Catherine Clément

Recomendado por Alexandra Abreu Loureiro - Coordenadora Científica no Corporate Communication Program e Executiva Convidada no Corporate Governance: a Liderança de Boards

Neste romance histórico, a escritora francesa Catherine Clément relata a vida de uma grande mulher, Gracia Nasi. Em pleno século XVI e no coração de um Ocidente dilacerado por ódios religiosos e conflitos políticos, Gracia organiza rotas de fuga para as vítimas da intolerância, promovendo o êxodo dos judeus para Anvers, Ferrara e Constantinopla.

Com o passar dos anos, Gracia Nasi tornou-se uma figura mítica da história e um ídolo para muitas mulheres. Clément presta-lhe homenagem numa leitura emocionante que nos guia por uma vida extraordinária de humanidade, coragem e inteligência.

44. Marie Curie: Against the Odds por Claire Throp

Recomendado por Maria João Major - Coordenadora Científica da Pós-Graduação em Controlo de Gestão e Criação de Valor

Este livro marcou a minha vida. É a história de Marie Curie, a mulher que preconizou a teoria da radioatividade e o potencial da radiação no tratamento do cancro. Foi a primeira mulher a ganhar um prémio Nobel, e fê-lo numa era em que não era aceitável uma mulher dedicar-se à ciência e à investigação.

Esta é uma história de luta contra o preconceito em que a sociedade e a ciência (e as mulheres) saíram vitoriosas.

55. A Woman's Worth por Marianne Williamson

Recomendado por Constança Casquinho - Docente em Programas Customizados da Nova SBE Executive Education

Marianne é uma inspiração para homens e mulheres, mas este livro é um hino à mulher. Num mundo onde o feminismo é encorajado, ainda há muitas mulheres que se deixam vencer pela falta de orgulho próprio, pela falta de apoio ou simplesmente pelo preconceito. Muitas têm medo de ser ambiciosas, por poderem parecer gananciosas numa sociedade com um legado de estereótipos associados ao patriarcalismo.

Neste contexto, Williamson explora conceitos como a beleza, a idade, as relações, os filhos e a carreira, aconselhando as mulheres a encontrarem um lugar onde se sintam respeitadas e admiradas, antes de partirem à conquista do mundo.

66. Winter's Tales por Isak Dinesen (Karen Blixen)

Recomendado por Antonieta Cunha e Sá - Docente na Pós-Graduação em Economia

Este livro marcou-me. É uma coleção de contos, escritos por Karen Blixen, sob o pseudónimo Isak Dinesen, e é uma viagem pelas emoções.

Karen nasceu na Dinamarca, estudou em Copenhaga, Paris e Roma, e geriu uma plantação de café no Quénia. Depois regressou à Dinamarca e a uma Europa assombrada pela ocupação Nazi, onde decidiu escrever este livro. São contos emocionantes, mas sombrios, que nos guiam através da imaginação para lugares misteriosos que nos fazem sentir cada história.

77. 10 Must Reads on Leadership: Lessons from Sports publicadas pela Harvard Business Review

Recomendado por Filipa Caldeira - Coordenadora Científica no Doing Digital

Liderar-se a si próprio pode ser ainda mais difícil do que liderar os outros, e é pela primeira tarefa que devemos começar.

Este livro é uma coleção de histórias e conversas inspiradoras com desportistas, treinadores, homens e mulheres que bateram recordes, que trabalharam em equipa e que se superaram. As suas partilhas são, no mínimo, inspiradoras.

88. We Should All Be Feminists por Chimamanda Ngozi Adichie

Recomendado pelo staff feminino da Nova SBE Executive Education

Este pequeno livro da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie devia ser de leitura obrigatória no dia de hoje.

Numa época em que a palavra “feminista” ganhou tantos anticorpos que parece estar a perder o seu verdadeiro significado, a autora argumenta que todos devemos ser feministas com vários episódios da sua vida. A realidade nigeriana pode (felizmente?) parecer-nos mais chocante do que a nossa no que respeita à discriminação de género, mas, ao mesmo tempo, levanta considerações importantes.

Grande parte do problema é não pensar sobre o género ou reparar nas diferenças; grande parte do problema é não fazer nada ativamente para melhorar, justificando a indiferença com a ideia de que no passado a desigualdade era mais acentuada, mas hoje em dia está tudo bem. Mas estará? Em pleno 2019, em Portugal, continuamos a somar vítimas de violência doméstica e a utilizar a moralidade da mulher adúltera para justificar o crime.

Foi a conferência We should all be feminists que deu origem ao livro com o mesmo nome. Se não tiver oportunidade de ler as suas palavras, ouça-as.

 

 

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