Expanda os
seus horizontes.

Desafie-se ou desafie a sua empresa.

exed.novasbe.pt

Programa de Gestão para Profissionais de Saúde em 3 perguntas

25 de Junho de 2018 por Nova SBE Executive Education

No processo de escolha de um curso, uma fase importante passa por ouvir quem contribui diariamente para o tornar possível. No caso do Programa de Gestão para Profissionais de Saúde, destaca-se o Professor José Crespo de Carvalho, autor do livro Logística na Saúde e Coordenador Científico deste programa, desenhado em parceria com a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH).

Entrevista a José Crespo de Carvalho | Leitura de 2 minutos

luis-melendez-530478-unsplash-119038-editedunsplash-logoLuis Melendez

Convidamo-lo, assim, a ler as três perguntas que fizemos a José Crespo de Carvalho acerca do Programa de Gestão para Profissionais de Saúde.

1. Porquê este programa quando já há tanta oferta em gestão para a saúde?

Bom se não houvesse oferta significaria que não existiria mercado. Há mercado. Porque pensámos em fazê-lo? Porque temos as competências, porque temos trabalhado para profissionais de saúde e para a saúde, porque temos médicos que têm vindo ter connosco, farmacêuticos, enfermeiros e variadíssimos outros profissionais de saúde e porque temos uma curva de experiência já traçada.

Depois, porque pensamos ter uma palavra a dizer, porque nos parece que temos componentes importantes de abordagem à saúde – em soft e hard skills – que nos parecem essenciais e que não estão a ser cobertas noutros programas.

2. Porquê este formato?

Porque pensamos que existem cinco grande temas e áreas a tratar naquilo que são as autonomias de unidades de Saúde – essas dão os dias inteiros. Depois porque pensamos que há temas pungentes que devem ser tratados em manhãs e que são não necessariamente o complemento, mas talvez aquilo que julgamos serem as cerejas em cima dos vários bolos a ser servidos.

É também um modelo de 5 dias úteis com 5 manhãs de sábado para prejudicar pouco as tarefas profissionais dos vários profissionais que nos vão procurar.

Pensamos que ter um dia e depois outro logo a seguir permite também alguma troca de ideias no final do primeiro dia e no final da manhã do segundo. Isto promove o networking.

É um modelo que não é pesado em termos de carga horária e que permite abordar com alguma profundidade alguns temas críticos.

3. A quem se dirige?

Os problemas de gestão são transversais a todos os profissionais de saúde. De médicos a enfermeiros, para dar o exemplo de duas valências críticas para este programa. Agrega, não exclui. É certo que cada um nas suas “funções”, mas todos terão a gestão como transversal. E é aí que precisamente se encontram as várias valências funcionais da saúde: na transversalidade da gestão. Já nem vale a pena sequer justificar a importância da gestão na saúde. Vale a pena, sim, referir que qualquer profissional de saúde, hoje, sem conhecimentos de gestão é um profissional incompleto. Mais gestão, melhor clínica. Uma coisa ajuda a outra e vice-versa. A racionalidade dos vários sistemas impõe este tipo de abordagens. Não há pois como escapar.

Se a isto juntarmos a possibilidade de debatermos a sério problemas críticos dos sistemas de saúde e problemas onde todos os profissionais se “encontrarão” e se vão rever, estando numa clínica privada pequena ou num grande hospital público (ou privado) então teremos ganho o desafio. Que vamos certamente ganhar. Falta-nos um condimento muito importante: os profissionais de saúde com vontade de fazer e mudar as coisas, empenhados e a querer debater a sério a gestão na saúde. Mas esse condimento virá pelos nossos participantes.

Saiba mais sobre o Programa de Gestão para Profissionais de Saúde

Tópicos: Gestão & Estratégia, Entrevistas