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Nova SBE garante cursos relevantes para formação de executivos e empresas

27 de Maio de 2013 por Nova SBE Executive Education

A Nova SBE é a escola portuguesa mais bem classificada no 'ranking' da internacionalização. São Paulo, Luanda e Maputo são as cidades onde chegou para ficar.

Por Madalena Queiroz (Diário Económico, 27-05-2013)

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"Temos um problema de falta de competências de liderança que queremos que nos ajudem a resolver". O desafio foi feito por uma grande empresa ao CEO da Nova School of Business & Economics –Executive Education. Mas quando Nadim Habib visitou a empresa verificou que o verdadeiro problema era outro.

"As pessoas não sentiam que participavam na definição da estratégia da empresa. Esta é uma das principais causas da ansiedade que, actualmente, domina muitas organizações, porque faz como que as pessoas sintam que o seu futuro não depende delas".

Durante três meses trabalharam com os quadros da empresa e concluíram que eles desejavam ser envolvidos na desenho do futuro da empresa. Uma das soluções encontradas na formação foi criar um programa interno que permitia "a qualquer funcionário da empresa apresentar uma proposta de negócio ou de processos perante a administração e receber nesse momento, da administração, um não ou um sim com um orçamento para o concretizar", descreve o CEO da Formação de Executivos da Nova SBE. Resultado: "a empresa está a fervilhar de ideias novas". A receita foi mudar o papel do líder da empresa que passou a ser um facilitador ou coach".

A escola aposta nestas formações à medida das empresas mas também em programas abertos que já fazem parte da história da gestão em Portugal. É o caso do Curso Geral de Gestão que já tem 31 edições. "É curioso ver alguém de uma empresa dizer, o meu chefe fez este curso há três anos, o chefe dele há nove anos e o chefe do chefe do chefe do meu chefe há 12 anos atrás e por isso estou a fazer este curso", diz Nadim Habib. Um programa que "é utilizado por muitas empresas como curso transitório para que os quadros assumam lugares de liderança".

Exemplo disso mesmo é o caso de João Caldeira, actualmente administrador da Companhia das Lezírias. Antes do curso tinha responsabilidades apenas na área financeira, a formação deu-lhe uma visão mais abrangente dos temas, abrindo-lhe a porta para funções mais transversais. Hoje é administrador da maior empresa agro-florestal do país. Este empresário não esquece "o interesse e a vivacidade de aulas de Finanças de Empresa, commumente tido como um tema pouco estimulante e enfadonho". João Ribeiro elogia ainda a qualidade do corpo docente e o networking como aspectos distintivos da formação da Nova SBE. "Estes programas abertos são a nossa visão do futuro. Quando desenho um programa penso no que o gestor vai precisar no futuro", resume Nadim Habib. Mas não são programas estáticos. "Seis meses depois do curso os alunos voltam e dizem o que estão a fazer e sugerem alterações ao curso".

A escola mais internacional

Neste momento, os programas à medida já são dominantes na oferta da formação de executivos da Nova SBE, programas que garantiram à escola a presença nos 'rankings' da formação de executivos do Financial Times na 58ª posição. Como resultado da sua estratégia de internacionalização, que levou à abertura de escolas em Luanda, São Paulo, e Maputo, a Nova SBE conseguiu a proeza de atingir o 16º lugar no índice de internacionalização, a melhor classificação de uma escola portuguesa no 'ranking' do Financial Times.

"O nosso grande objectivo é ser relevante para as economias onde estamos", garante Nadim Habib. Dentro de portas, "o que é relevante para uma organização portuguesa hoje é a produtividade" que é condição para quem quer internacionalizar-se. Por isso todos os cursos à medida são desenhados num processo longo de diálogo entre a escola e as empresas, o que nem sempre é fácil. O fundamental nestes programas é "concentrar, ser muito eficaz, ligar ao mundo real e garantir que um dia de formação de executivos tem que ter quatro momentos que verdadeiramente surpreendam os participantes e em que eles pensem - Eu posso utilizar isto no meu dia a dia", afirma Nadim Habib.

A formação pode ajudar a responder à crise?

O caminho é longo. As empresas começam a sentir-se pressionadas por todos os lados. A direcção fala com os recursos humanos para que lancem iniciativas que aumentem a resiliência dos colaboradores. Normalmente os recursos humanos contactam a Nova SBE e começa a nascer a ideia de construirmos um programa. Uma das formas de motivar os colaboradores é investir na sua formação. Acreditamos que a formação tem um impacto muito significativo na vida da pessoa, se a pessoa também acreditar.

Como garantir o sucesso de uma empresa?

A empresa tem que ter uma estratégia muito clara, um esforço muito focado, produtividade muito focada e saber o que deve fazer e como se deve saber. Quando faço um diagnóstico de uma empresa descubro que há centenas de projectos que nunca vão correr bem, mas que arrancam ninguém sabe muito bem porquê. Descubro que fazem relatórios porque sempre o fizerem e não têm impacto na organização. Trabalhamos mais 3 horas por dia que um alemão e portanto temos que descobrir o que vamos fazer para trabalhar menos duas horas por dia. É simples.

Tópicos: Entrevistas