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Gestão Aplicada de Projetos em 3 perguntas

13 de Janeiro de 2017 por Nova SBE Executive Education

No processo de escolha de um curso, uma fase importante passa por ouvir quem contribui diariamente para o tornar possível. No caso do programa intensivo em Gestão Aplicada de Projetos, essa pessoa é o Professor José Crespo de Carvalho, Coordenador Científico do programa e vencedor de dois prémios carreira pelo seu percurso profissional em logística.

Entrevista a José Crespo de Carvalho

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Convidamo-lo, assim, a ler as três perguntas que fizemos a José Crespo de Carvalho sobre o curso intensivo em Gestão Aplicada de Projetos.

1. Porquê o curso de Gestão Aplicada de Projetos?

Impõe-se à nossa oferta mas impõe-se porque o queremos fazer na prática. Aprender fazendo. Até pela própria noção de projeto – que ocorre num contexto prático e num determinado tempo, com princípio e fim. Assim, será endereçado a um projeto, um business case será construído, uma organização e stake holders serão abordados, timelinesbudget e riscos associados serão alvo de trabalho prático. Num misto entre o conceptual e aplicacional.

2. Porquê fazer o GAP agora?

O programa foi desenhado para quadros, gestores, empreendedores, engenheiros e arquitetos, mas é na verdade para todos aqueles que, com ou sem conhecimento prévio, queiram obter uma visão integrada e hands-on da gestão de projetos.

Porque há muita buzzword no ar e muitos assuntos mal percecionados. Muitos falam de inovação e não a materializam. Muitos falam de digital e não o tangibilizam. Muitos falam de eventos e ocorrências e não os colocam sob a forma de business case. Nem tão pouco os estruturam sob uma forma que as empresas entendam – tempo, custo, qualidade e scope. Nada melhor que a Gestão de Projetos para o fazer. Agora porque também é necessário fazer assentar alguma poeira.

3. Quais os benefícios do GAP?

Talvez vindo ao curso e percebendo. Não há propriamente segredos até porque não há segredos neste mundo. Muito menos segredos que sejam almas de negócio. Há, sim, saber e saber fazer. É isso que nos move, que nos dá trabalho, que gera riqueza. Por isso, digo que a melhor forma de perceber os benefícios não é escrevendo-os. Dirão: é pagando para ver? Certamente que sim, ou pelo menos que também. Mas estou certo que darão por bem empregue o tempo e o retorno do investimento será seguramente conseguido. Não, não se trata de mais um custo. Sim, trata-se de um investimento. Se é que era isto que me estava a perguntar! E se me perguntar se devem vir que outra resposta posso dar: venham e verão que falo verdade.

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Tópicos: Gestão de Operações & Projetos, Entrevistas